E aquela sensação maldita de ser apenas mais um número, uma estatística, uma contagem, uma referência ( andes de, depois de) que acomete a nós seres humanos?
Na verdade é uma sensação que, de certa forma, é uma realidade. Pare, pense, analise e veja se você não é apenas mais um número? Não importa, somos todos apenas mais um número.
Apenas mais um funcionário, apenas mais uma conquista, apenas mais um passageiro, apenas mais uma boca beijada, apenas mais uma transa, apenas mais um aluno, apenas mais um, apenas mais uma, apenas...
E você se enquadra em que apenas? Não sei, será mesmo necessário o enquadramento? Talvez. Obrigação não existe, porém não te livra de ser mais um apenas, mais um número, mais um indivíduo, mas um, mais uma, mais...
E o que importa? Vale a pena sofrer por ser apenas mais um? Ah, não sei.
Sofre tu, sofre eu, sofre ele, sofremos nós!
Coitado daquele que classifica o outro como apenas mais um número, mais uma conquista, mais uma boca beija, mais uma transa e se esquece que na verdade também é apenas mais um número, mais um...
Incontáveis são as classes em que me enquadro na questão de ser apenas mais um. Sim, apenas mais um número...
É, melhor escrever loucuras do que enlouquecer pensando nelas.