sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O bom, a boa!

Às vezes bate umas neuras, uns questionamentos do tipo: será que sou uma boa namorada? Uma boa amiga? Uma boa filha? Uma boa cidadã? Eu sempre tenho essas neuras.

Acredito que muito desse questionamento está ligado ao fato da padronização das ideias, atitudes, comportamentos. Quando você não segue o padrão, a percepção de erro é grande. Não importa seu certo e errado, o padrão não é esse, vai parecer errado.

Mas quem liga? Foda-se o padrão. Eu quero mesmo é estar bem comigo. Felizmente as neuras passam, eu sigo na minha, não me contagio e não mudo. Não, eu não mudo. E me sinto bem com isso.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

2014

Hoje pela manhã, em mais um dia de viagem de casa para o trabalho, andei pensando sobre esse ano de 2014. Cheguei a conclusão que este foi o ano em que a vaca escolheu para ser um ano sabático e resolveu passear no brejo. Sim, aquele passeio pra espairecer. Passeou, mas não entrou no brejo, ficou no quase, só observou o brejo, mas chegou bem perto.

Não foi um ano fácil. Eu sei, não terminou, mas tá quase. Porém, ainda dá pra apontar coisas positivas. Que cada um faça sua reflexão e encontre a positividade de 2014. Se você tá lendo isso é porque não morreu, taí uma coisa positiva.

Esse ano eu reclamei, eu vibrei com a copa, eu chorei por tantos motivos, eu sorri por tantos outros. Apesar da dificuldade do ano, ainda consigo celebrar à saúde. A minha, a dos meus familiares, meus amigos e etc. Sei que é piegas, mas o piegas é muito legal.

Tem dias que consigo parar e ver as coisas boas que me cercam. Sem dúvidas esses são os melhores dias, pois são os dias de agradecimento. Tenho percebido que tenho agradecido pouco o bom que vem sendo jorrado em minha vida. Às vezes gastamos muito tempo soterrados nos pensamentos ruins que nós mesmos buscamos e perdemos a chance de celebrar as bonanças.

Que em 2015 eu celebre muito mais as bonanças. Que eu me atenha a detalhes que me deixem suave, que eu perca a rigidez no agir e pensar, que eu seja mais eu, pois quando sou eu, eu sou feliz.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Viva!

Viva...
Esse post é dedicado a tudo, 

é um viva as coisas boas, as coisas ruins, 
as coisas que existem e as que inexistem também... 

Um viva aos que amam e são amados, 

aos que apenas amam e aos que desejam ser amados... 

Um viva a sagacidade, a irresponsabilidade, a fanfarrice 

e principalmente a irresponsabilidade disfarçada de sagacidade 
pra causar menos remorso nos que a cometem... 

Um viva aos meus amigos, inimigos, 

fãs e aos que me desconhecem... 

Um viva a vida vivida, corrida, sem graça...

mas que continua vida

Um viva a esse blog que me dá oportunidade de reclamar sem ser xingada...

Viva!

Viva aos que desejam, aos que são desejados, 

aos que não são desejados mas que continuam desejando....
Um viva aos preterídos que se perguntam, por que não eu? 


Um viva ao tudo e ao nada...viva...viva...viva...
Um viva a você que tá lendo esse post e vai comentar 

e um viva a você que nem vai escrever, que chato....
Um viva a você que vai ler e me copiar....
Um viva a mim mesma que vivo, apenas vivo...


Eu, apenas eu....
Bjos e fui!!!
Sem inspiração hoje.
 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Rotina

Há quem reclame da rotina. Estou fora desse grupo, pois a amo. Talvez seja confusa a relação das pessoas com a rotina por não ter associação com o prazer.

De fato é bem chato quando dentro da rotina só temos: trabalho, estudo, reclamação, limpar coco de cachorro e etc, mas ainda vejo beleza nisso.

Se não existisse rotina não teríamos o imenso prazer encontrado em sua quebra. E como é deliciosa a quebra da rotina. Quando um fato novo adentra a sua rotina cotidiana é tão bom.

E quando esse fato se torna recorrente, tornando-se rotineiro e prazeiroso? Ai que bênção!!

E quando você percebe que esse fato antes quebra de rotina se tornou parte da rotina e você não quer mais viver sem ele?
Aí, amigo, aceita que é paixão... Aceita que a casa caiu e é melhor parar de negar o que é evidente e se joga!

Voltando a escrever loucuras pra não enlouquecer. Faz parte da minha rotina.

Fui!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Confesso

Confesso que estava com saudades de mudar o percurso assim do nada só pra ficar umas horinhas com alguém.

É bom demais esse lance de ter alguém que você conta as horas pra ver, sentir saudades mesmo tendo encontrado no dia anterior, fazer coisas bobas parecerem acontecimentos.

Há quem prefira a liberdade. Eu prefiro o compromisso. Eu prefiro a algema, eu prefiro a corda e a caçamba.

Sim, eu prefiro. Ah, como eu prefiro e gosto de estar contigo!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Presa

Você me amarrou.
Seu laço é forte, intenso, não me deixa correr.

Eu gosto eu sei.
Gosto de estar atada a ti. Presa, laçada, escoltada, atracada, presa!

Me fez prisioneira sem muros.
Ah, eu gosto sim!

Não quero a liberdade por hoje
e nem tão cedo.

Aperte mais o nó do seu laço, pois me rendo.

Não vou mais lutar. Perdi eu sei, você sabe, sabemos!

Presa eu.
Eu sou.
Eu estou.
Presa.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Eu sinto sim...

Eu tenho medo.
Seria errado admitir isso?
Eu quis tentar, eu estou tentando, devo temer isso?
Não sei. E quem pode dizer qual resposta pra essa pergunta é a correta? Não saberemos.
"Eu sinto sua falta..." é bom ouvir isso. Sim, é bom.
Eu também sinto sua falta. Eu sinto sim. Eu sinto mais do que digo que sinto.
Ah, eu sinto...

sábado, 22 de novembro de 2014

Essa sou eu...

Nobre Vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Respirar o amor aspirando liberdade

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Sou perecível ao tempo vivo por um segundo

Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Mais um número?

E aquela sensação maldita de ser apenas mais um número, uma estatística, uma contagem, uma referência ( andes de, depois de) que acomete a nós seres humanos?

Na verdade é uma sensação que, de certa forma, é uma realidade. Pare, pense, analise e veja se você não é apenas mais um número? Não importa, somos todos apenas mais um número.

Apenas mais um funcionário, apenas mais uma conquista, apenas mais um passageiro, apenas mais uma boca beijada, apenas mais uma transa, apenas mais um aluno, apenas mais um, apenas mais uma, apenas...

E você se enquadra em que apenas? Não sei, será mesmo necessário o enquadramento? Talvez. Obrigação não existe, porém não te livra de ser mais um apenas, mais um número, mais um indivíduo, mas um, mais uma, mais...

E o que importa? Vale a pena sofrer por ser apenas mais um? Ah, não sei.
Sofre tu, sofre eu, sofre ele, sofremos nós!

Coitado daquele que classifica o outro como apenas mais um número, mais uma conquista, mais uma boca beija, mais uma transa e se esquece que na verdade também é apenas mais um número, mais um...

Incontáveis são as classes em que me enquadro na questão de ser apenas mais um. Sim, apenas mais um número...

É, melhor escrever loucuras do que enlouquecer pensando nelas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Acaba!

Acaba caralho de ano!
Acaba cacete de ano!
Acaba seu puto!
Acaba seu cafajeste de ano!
Acaba fi duma rapariga de ano!
Acaba 2014!
Acaba, Juiz!!
Acaba
Acaba logo!!
A C A B A
C
A
B
ACABA
        A C A B A
           A
           B
           ACABA

Porra!

domingo, 16 de novembro de 2014

Sem respirar

E esse ciúme desmedido e sem propósito sobre aquilo que não te pertence quiçá nunca pertencerá talvez quem sabe não se sabe como lidar com o desconhecido que há de vir num futuro próximo e que agita enlouquece e derrete tudo que há por dentro e por perto decerto que não tem cura ou solução que possa remediar essa p a i x ã o.

É tudo assim sem vírgula, pois é assim que estão meus pensamentos agora.

sábado, 15 de novembro de 2014

Não (sim

As dificuldades de ser você mesmo.
As faces que assumimos em benefício de um bem-estar, ser, estar.

Quantos nãos ditos quando na verdade o que queremos é apenas dizer sim? Por que isso? Pra que isso? E onde leva isso?
Não sei. Mas, afinal, quem sabe? Acredito que ninguém saiba. Talvez tenha quem saiba, mas a confusão é tanta que é melhor dizer "não sei."

A gente vai vivendo, vai bailando, valsando, gingando, desviando do assunto, negando as aparências e disfarçando as evidências como diz o poeta cantante.

Preferimos a atuação. Sim, ela é melhor entendida. Sim preferimos.
Eu hoje digo não, mas saiba, eu quero mesmo é dizer sim. Mas sim, eu tenho medo. Medo do sim.

Ah como é bom escrever depois de beber!!

By, inté, fui!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ao meu pai...

sábado, 10 de junho de 2006
O dia em que a vida morreu
a morte nasceu, eu sentei e chorei.
Corri, parei, gritei
me debrucei no imaginário, chorei e solucei

Mas no dia em que a vida nasceu e
a morte morreu, eu dancei na calçada
cantando o hino da alegria incontida
por ter a presença da vida

Eu vivo porque a morte morreu
e a vida nasceu dessa morte
sobrevivo no mundo real porque sou um sonho
e tenho um caso com o acaso

Já que casei com o irreal, surreal, sobrenatural,
me entrego a sorte e deixo me levar
onde a sorte me deixar eu paro
porque sei que posso confiar nela

As vezes vejo a vida passar
acompanho o seu passear sossegado
espio tudo da minha janela
a vida é tão bela...

Já que a morte morreu
e a vida nasceu pra sempre
celebremos com alegria sem fim
a ventura desse acontecimento

A glória de nascer é maior
que a queda da morte
isso é a vitória da vida
em momentos de despedida.


Hoje seria aniversário do meu pai se ele estivesse entre nós...
O primeiro depois que se foi.

By Danielle da Silva.
 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Ah eu tô...

Saudade.
A saudade é um bagulho doido, pois você sente mesmo sem querer,
sente por quem devia sentir e sente por quem você JAMAIS deveria sentir.

Sim, a saudade, ela é muito doida, cruel, sorrateira, safada, bandida e ao mesmo tempo doce, gostosinha, quentinha... saudade.

Tô sentindo saudade. De coisas, de gente, de cheiros, de tudo, de nada, nada porque tô com saudade de coisas que nem consigo saber o que são, mas sim, tô com saudade.

Eu tô, você tá? Estamos? Estão? Vai saber...

Sim, eu tô. Tô que tô. Tô que tô com saudade...

E se tô.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Eita, eu?

Eu pensei que fosse lerda. 
Mas na verdade eu sou muito lerda.

Eu não entendo indireta. 
Sou do tipo que curte indireta imaginando ser uma direta pra um outro alguém.

Eu que faço tudo sem querer...
Indiretamente atinjo o alvo sem querer acertar a meta.

Eu.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014




Eu sou a contradição em pessoa. 

Não me entendo e desisto de tentar entender; 
como posso rir tanto e chorar tanto? 
Tudo no mesmo dia, na mesma semana, 
no mesmo momento? 
Sou uma dualidade, Sagrado X Profano, 
Choro X Riso. 
Isso deve ser culpa de Durkheim.

Gosto de tanta coisa, 
gosto do que devia e do que não devia, 
de quem quero, mas será que me quer? 
Dúvidas é tudo que tenho.

Vida que segue, segue sem rumo, 
não sei onde vou parar.... Parar...andar...vagar...ai.

Preciso de respostas, 
mas não sei as perguntas. 
Preciso de ajuda, quem quer ajudar?

Preciso de você, você não precisa de mim...
sempre assim vítima de mim, de nós.

Penso que sou algoz, 
mas não sou...sou presa fácil desse amor.

A dor de perder é tão grande.... e eu perdi. 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Hum


Cansada demais para postar. 


É um cansaço diversificado, da rotina, da vida,

dos problemas sem solução, dos que não querem 
se solucionar, me pergunto todo dia se eu errei 
ou se o mundo errou. 


Raiva, ódio é ruim sentir, mas também é inevitável. 

Porque sofremos? 
Porque nos fazem sofrer?

Felicidade completa não existe, 
é apenas uma utopia.... 

sábado, 9 de agosto de 2014

Oi?

O ser, o querer ser, o talvez ser e o nada ser
O querer, o não querer e querer e não poder ser
Poder querer, nada poder e o querer poder

O possível, o impossível, o se fazer possível e o tornar impossível de não ser possível

O confundir, o explicar, o complicar pra não ter que explicar o complicado da vida confusa de toda confusão já dita

O dizer, o não dizer que disse que não disse nas palavras proferidas por um não falar agonizante do mundo

O confuso só é confuso pra quem não tá entendendo ou pra quem quer entender aquilo que não é pra ser entendido, que não pode ser explicado, no dito pelo não dito, no ser que nunca foi "sido" na esperança de poder ser sem querer deixar de ser confuso eterno.

Tá confuso?

Fui!!!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Oh God



Eu queria brincar com uma letra e acabei formando uma palavra.
Quis brincar com a palavra e formei um verso...
de brincar com um verso formei um poema... um poema sem esquema,
com dilema e palavras com tremas e temas
sem sentido, escondidos em versos jogados em folhas brancas sem graça
A graça que falta ao mundo no todo e nas partes...
partes da arte poética
sem regras, sem formas... formar sem querer, querendo sem querer ver que
o disforme forma o conjunto de palavras, versos, letras e poemas...
idéias vindas da mente.... a mente que apenas brincava com a letra,
que formou a palavra, criando o verso, gerando o poema no verso e reverso,
do certo pelo incerto no processo criativo do poeta que cria e recria suas frases
soltas em folhas brancas sem graça que se tornam coloridas ao se formarem os versos
escritos por querer, tentando se passar por sem querer nesse processo displicente(?)
no mundo criativo da mente.

Ah, os poetas são os brincalhões da língua portuguesa

displicente ou desplicente?

Beijos...inté...fui

By Danielle da Silva.
 

sábado, 2 de agosto de 2014

domingo, 25 de setembro de 2005


Olá pessoas...
Hoje escrevo em homenagem aos hipertensos, os reais e os que pensam que são hipertensos. A minha família que é quase toda hipertensa e eu fatalmente não escaparei dessa sina. Outro dia tava passando mal, fui verificar a bendita e foi batata, estava altíssima, veio uma súbita inspiração, com a cabeça doendo que era uma beleza, criei este pequeno texto que compartilharei com vcs meus queridos e queridas....
vejam:

Ser estressado, estar estressado
ser, estar, eis a questão.
Estado de confusão..que faz subir a pressão
Que pressão é essa,
que só damos conta quando a gente se estressa?
Pode ser graças a pressa, que apressa o passo,
causando o percalço no tempo e no espaço
subindo como um balão,
sobe, sobe pressão
mas não acaba com meu coração,
ele pede por compaixão...tome tento dona pressão!!!

Beijos galera e relaxem, a vida é uma só!!!!

Beijos...inté...fui!!!

By Danielle da Silva, Hoje com a pressão normal.
 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Recordando

Hoje vou reproduzir uma das coisas mais divertidas que escrevi. Apesar de ter vindo de uma experiência extremamente dolorida, eu amei ter escrito isso. Com data original e formato original também. Saudades desse tempo!

sábado, 30 de abril de 2005
A Kombi, a porta da Kombi, minha mão, meus dedinhos.
Fecharam a porta; a porta da kombi, prenderam a minha mão, amassaram meus dedinhos...
Ainda sinto minha mão, sinto muito disse a tia, sinto muita dor nos meus dedinhos...
Tudo isso por causa da porta; da porta da kombi...
ainda ouço o barulho...o barulho da porta; da porta da kombi, batendo, batendo nos meus dedinhos...
A tia fechou...a tia fechou a porta.... a tia fechou a porta da kombi nos meus dedinhos...
Meu grito, os gritos dos passageiros, o grito do motorista...AHHHH....tudo isso por causa da porta da kombi batendo nos meus dedinhos...
Minha cabeça dói...tudo isso por causa da porta da kombi....Bati a cabeça....Bati a cabeça na porta; na porta da kombi...
Cabeça, mão, tudo na porta....na porta da kombi...
Chifres? Me perguntam...respondo que não....mas doem os dedinhos, a mão, a cabeça, o coração, tudo...tudo dói...tudo por causa da porta....da porta da kombi.....Dor, alívio, paz...
A Kombi...a porta da kombi...minha mão...meus dedinhos.... Tudo no lugar errado, na hora errada..na kombi errada..... Ai.

É melhor escrever loucuras 

do que enlouquecer pensando nelas!
By Danielle da Silva.

Fui!!!
 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Por que não eu?

Saudades....

Quantas saudades eu tenho, quantas ainda terei....
Tenho saudades de um passado bem passado, de um passado ainda verde e já sofro pelo futuro que logo será passado.


Sentir falta de bons momentos, aqueles que ficam na memória, que afagam o coração, chorar com aquelas tristezas que nos fizeram crescer. É, doem, mas amadurecem.


Lembrar daquilo que te faz se perguntar como na música do Leoni, "Por que não eu?" Ai que dose....
Dosar as lembranças, com tristes e alegres, pra equilibrar. Buscar um equilíbrio que não sabemos onde encontrar.


Achar respostas que estão mais que expostas na mente e na nossa frente, mas que não queremos ver e acreditar.


Poucos entenderão este post de hoje, muitos nem ligarão. Alguns terão curiosidades e outros nem mesmo lerão....
Dias de choro e riso, chorar de rir e rir de chorar... é bom.


Há tempo não escrevo assim de improviso e tão verdadeiramente....voltando aos velhos tempos, fim de férias....to gostando, funciono melhor quando estou produzindo nem que sejam maldades, e quantas são ditas e imaginadas por essa mente fértil!


Me refugiei na net, ela é companheira nessas horas de insônia e pensamentos escabrosos, momentos de perguntas que eu sei muito bem as respostas...
Eu odeio isso, saber as respostas quando elas são ruins....e são tantas....


Por que não eu? ahhhhhhh.

Beijos....inté....fui! 

terça-feira, 29 de julho de 2014

sexta-feira, 1 de julho de 2005


Olá pessoas....

Sou contrária, contra tudo e não a todos
Devia ter nascido canhota pra me adequar ao meio
Sou diferente, é estranho

Estranho pensamento que me cerca
O ser estranho me estressa,
mas ser normal não me interessa

Ser igual não é legal, ser igual é genial
Gênio ingênuo que pensa ser único, absoluto
O absoluto é absorvido no tempo, é nulo, não existe
E quem existe?

O inexistente está presente,
A presença só não é notada
É quase invisível
Quase, quase cortada, apenas imaginada

Imaginação te leva ao lugar ideal
é perfeita, sem erro, aqui somos cavaleiros errantes
Sempre vagante, todos errantes

Todos que pensam que me entendem
Mas nem eu me entendo
Só me surpreendo com o inesperado
Que me prende ao contrário,
Que não me permite ser igual
Queria mas não consigo
Então eu desisto

Desisto de buscar a igualdade nesta vida
Aqui não há lugar para isso
Ser igual incomoda,
Mas ser diferente me incomoda muito mais

Não me entendem
Não me perdoam, isso me enjoa
Eu fujo mas não escapo,
Caio no laço, no laço do acaso
De ser diferente e ter que se tornar contrário.
Mais uma arte poética!

 By Danielle da Silva
 

. . .

Eu já fui mais leve. Antes que me questionem sobre o peso esclareço que não se trata disso. Eu já fui mais leve de alma, espírito, seja lá o que for, eu já tive mais leveza no ser, estar, viver.

A vida te caleja e te torna bem mais soturno e preso a esquemas que te tiram do prumo. A vida é dessas. Mas só em admitir que se tornou diferente do que era é sinal de conhecimento sobre si e isso é louvável.

Às vezes a mudança se faz necessária. Nem sempre é positiva a mudança, mas não temos como evitar. Acontece.

Que sejamos mutáveis, pois ser estático não é benéfico. Mas sim, eu já fui mais leve...

domingo, 6 de julho de 2014

O tempo

Não existe nada mais subjetivo que o tempo. Pra uns a sensação de passar mais rápido ou de forma mais lenta é completamente diferente pra outros. Quando partimos pro ponto da ação do tempo sobre nossas vidas a coisa se complica ainda mais. Sinto como se tivesse parado no tempo. Como se sua força me esmagasse. É estranho perceber que talvez fosse melhor que ele passasse de forma mais lenta. Mas infelizmente o tempo não para. E não vai parar.
Hoje não tá tão bom, mas amanhã estará melhor.

terça-feira, 24 de junho de 2014

E...

Basta um simples alô seu pro meu mundo explodir em cores vivas.
E eu me sinto viva. E os dias se enchem de vida.
E é só você e nada mais.

sábado, 21 de junho de 2014

Copa

Copa das copas
Melhor Copa desde a criação das Copas
Copa vermelho PT
Copa do Povo
Copa do uniforme Puma
Copa viva essa energia
Copa dos gols
Copa das surpresas
Copa das arenas
Eita, Copa
Meu Deus, que Copa
O que será de mim quando acabar a Copa?
Melhor Copa

Ai, Copa

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Respira, man!

Hello!

Não é de hoje que me percebo com o estresse apertando o peito. Enquanto era só o peito tava bom. Sinceramente, eu não tenho mais paciência nem de conversar. Tô evitando às pessoas, pois ouvir me irrita e falar me cansa.

Infelizmente esse estresse não é perceptível às pessoas que me cercam. É triste perceber que o destempero acaba magoando que está à volta, porém, às vezes não conseguimos evitar. Dois dias em casa e zero de descanso mental. Mas é a vida e vida que segue.

Sigo dizendo a mim mesma, respira, man, respira.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Tem que ter um título?

Olá, bom dia.

Resolvi voltar a escrever as loucuras que transbordam em meu pensamento. Confesso que já ia desistir no título, porém resolvi seguir o plano louco estabelecido por mim que é não ter plano.

Diferente da Copa, sim vai ter copa, eu não tenho planejamento, foco, meta. Não sei até que ponto isso é bom ou ruim, mas vivo assim e não consigo mudar. Ah o foco, sim eu gostaria de ter foco, mas pra ser sincera nem sei mesmo o que venha a ser foco! O mais próximo que cheguei dele foi quando escrevi a frase "foco, força e fé". Mais uma demonstração de que eu realmente, na maioria das vezes nem sei o que estou fazendo. Porém isso é um meio de se enganar, pois toda ação tem um planejamento mesmo que esse planejamento seja fingir que não planeja e fingir que não planeja porque não sabe e fingir que não sabe porque não tem foco, enfim, e assim vai vivendo!

Eu vou vivendo, rumando, sem plano (mentira), remando, aprontando, me enganando...