Eu queria brincar com uma letra e acabei formando uma palavra. Quis brincar com a palavra e formei um verso... de brincar com um verso formei um poema... um poema sem esquema, com dilema e palavras com tremas e temas sem sentido, escondidos em versos jogados em folhas brancas sem graça A graça que falta ao mundo no todo e nas partes... partes da arte poética sem regras, sem formas... formar sem querer, querendo sem querer ver que o disforme forma o conjunto de palavras, versos, letras e poemas... idéias vindas da mente.... a mente que apenas brincava com a letra, que formou a palavra, criando o verso, gerando o poema no verso e reverso, do certo pelo incerto no processo criativo do poeta que cria e recria suas frases soltas em folhas brancas sem graça que se tornam coloridas ao se formarem os versos escritos por querer, tentando se passar por sem querer nesse processo displicente(?) no mundo criativo da mente. Ah, os poetas são os brincalhões da língua portuguesa displicente ou desplicente? Beijos...inté...fui By Danielle da Silva. |
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Oh God
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