| sábado, 10 de junho de 2006 |
| O dia em que a vida morreu a morte nasceu, eu sentei e chorei. Corri, parei, gritei me debrucei no imaginário, chorei e solucei Mas no dia em que a vida nasceu e a morte morreu, eu dancei na calçada cantando o hino da alegria incontida por ter a presença da vida Eu vivo porque a morte morreu e a vida nasceu dessa morte sobrevivo no mundo real porque sou um sonho e tenho um caso com o acaso Já que casei com o irreal, surreal, sobrenatural, me entrego a sorte e deixo me levar onde a sorte me deixar eu paro porque sei que posso confiar nela As vezes vejo a vida passar acompanho o seu passear sossegado espio tudo da minha janela a vida é tão bela... Já que a morte morreu e a vida nasceu pra sempre celebremos com alegria sem fim a ventura desse acontecimento A glória de nascer é maior que a queda da morte isso é a vitória da vida em momentos de despedida. Hoje seria aniversário do meu pai se ele estivesse entre nós... O primeiro depois que se foi. By Danielle da Silva. |
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Ao meu pai...
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