Saudade.
A saudade é um bagulho doido, pois você sente mesmo sem querer,
sente por quem devia sentir e sente por quem você JAMAIS deveria sentir.
Sim, a saudade, ela é muito doida, cruel, sorrateira, safada, bandida e ao mesmo tempo doce, gostosinha, quentinha... saudade.
Tô sentindo saudade. De coisas, de gente, de cheiros, de tudo, de nada, nada porque tô com saudade de coisas que nem consigo saber o que são, mas sim, tô com saudade.
Eu tô, você tá? Estamos? Estão? Vai saber...
Sim, eu tô. Tô que tô. Tô que tô com saudade...
E se tô.
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