sábado, 22 de novembro de 2014

Essa sou eu...

Nobre Vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Respirar o amor aspirando liberdade

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Sou perecível ao tempo vivo por um segundo

Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Quanto tempo tenho pra matar essa saudade
Meu bem o ciúme é pura vaidade
Se tu foge o tempo logo traz ansiedade
Respirar o amor aspirando liberdade

Tenho a vida doida encabeço o mundo
Sou ariano torto vivo de amor profundo
Sou perecível ao tempo vivo por um segundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

Perdoa meu amor esse nobre vagabundo
Perdoa meu amor esse nobre vagabundo

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Mais um número?

E aquela sensação maldita de ser apenas mais um número, uma estatística, uma contagem, uma referência ( andes de, depois de) que acomete a nós seres humanos?

Na verdade é uma sensação que, de certa forma, é uma realidade. Pare, pense, analise e veja se você não é apenas mais um número? Não importa, somos todos apenas mais um número.

Apenas mais um funcionário, apenas mais uma conquista, apenas mais um passageiro, apenas mais uma boca beijada, apenas mais uma transa, apenas mais um aluno, apenas mais um, apenas mais uma, apenas...

E você se enquadra em que apenas? Não sei, será mesmo necessário o enquadramento? Talvez. Obrigação não existe, porém não te livra de ser mais um apenas, mais um número, mais um indivíduo, mas um, mais uma, mais...

E o que importa? Vale a pena sofrer por ser apenas mais um? Ah, não sei.
Sofre tu, sofre eu, sofre ele, sofremos nós!

Coitado daquele que classifica o outro como apenas mais um número, mais uma conquista, mais uma boca beija, mais uma transa e se esquece que na verdade também é apenas mais um número, mais um...

Incontáveis são as classes em que me enquadro na questão de ser apenas mais um. Sim, apenas mais um número...

É, melhor escrever loucuras do que enlouquecer pensando nelas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Acaba!

Acaba caralho de ano!
Acaba cacete de ano!
Acaba seu puto!
Acaba seu cafajeste de ano!
Acaba fi duma rapariga de ano!
Acaba 2014!
Acaba, Juiz!!
Acaba
Acaba logo!!
A C A B A
C
A
B
ACABA
        A C A B A
           A
           B
           ACABA

Porra!

domingo, 16 de novembro de 2014

Sem respirar

E esse ciúme desmedido e sem propósito sobre aquilo que não te pertence quiçá nunca pertencerá talvez quem sabe não se sabe como lidar com o desconhecido que há de vir num futuro próximo e que agita enlouquece e derrete tudo que há por dentro e por perto decerto que não tem cura ou solução que possa remediar essa p a i x ã o.

É tudo assim sem vírgula, pois é assim que estão meus pensamentos agora.

sábado, 15 de novembro de 2014

Não (sim

As dificuldades de ser você mesmo.
As faces que assumimos em benefício de um bem-estar, ser, estar.

Quantos nãos ditos quando na verdade o que queremos é apenas dizer sim? Por que isso? Pra que isso? E onde leva isso?
Não sei. Mas, afinal, quem sabe? Acredito que ninguém saiba. Talvez tenha quem saiba, mas a confusão é tanta que é melhor dizer "não sei."

A gente vai vivendo, vai bailando, valsando, gingando, desviando do assunto, negando as aparências e disfarçando as evidências como diz o poeta cantante.

Preferimos a atuação. Sim, ela é melhor entendida. Sim preferimos.
Eu hoje digo não, mas saiba, eu quero mesmo é dizer sim. Mas sim, eu tenho medo. Medo do sim.

Ah como é bom escrever depois de beber!!

By, inté, fui!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ao meu pai...

sábado, 10 de junho de 2006
O dia em que a vida morreu
a morte nasceu, eu sentei e chorei.
Corri, parei, gritei
me debrucei no imaginário, chorei e solucei

Mas no dia em que a vida nasceu e
a morte morreu, eu dancei na calçada
cantando o hino da alegria incontida
por ter a presença da vida

Eu vivo porque a morte morreu
e a vida nasceu dessa morte
sobrevivo no mundo real porque sou um sonho
e tenho um caso com o acaso

Já que casei com o irreal, surreal, sobrenatural,
me entrego a sorte e deixo me levar
onde a sorte me deixar eu paro
porque sei que posso confiar nela

As vezes vejo a vida passar
acompanho o seu passear sossegado
espio tudo da minha janela
a vida é tão bela...

Já que a morte morreu
e a vida nasceu pra sempre
celebremos com alegria sem fim
a ventura desse acontecimento

A glória de nascer é maior
que a queda da morte
isso é a vitória da vida
em momentos de despedida.


Hoje seria aniversário do meu pai se ele estivesse entre nós...
O primeiro depois que se foi.

By Danielle da Silva.
 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Ah eu tô...

Saudade.
A saudade é um bagulho doido, pois você sente mesmo sem querer,
sente por quem devia sentir e sente por quem você JAMAIS deveria sentir.

Sim, a saudade, ela é muito doida, cruel, sorrateira, safada, bandida e ao mesmo tempo doce, gostosinha, quentinha... saudade.

Tô sentindo saudade. De coisas, de gente, de cheiros, de tudo, de nada, nada porque tô com saudade de coisas que nem consigo saber o que são, mas sim, tô com saudade.

Eu tô, você tá? Estamos? Estão? Vai saber...

Sim, eu tô. Tô que tô. Tô que tô com saudade...

E se tô.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Eita, eu?

Eu pensei que fosse lerda. 
Mas na verdade eu sou muito lerda.

Eu não entendo indireta. 
Sou do tipo que curte indireta imaginando ser uma direta pra um outro alguém.

Eu que faço tudo sem querer...
Indiretamente atinjo o alvo sem querer acertar a meta.

Eu.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014




Eu sou a contradição em pessoa. 

Não me entendo e desisto de tentar entender; 
como posso rir tanto e chorar tanto? 
Tudo no mesmo dia, na mesma semana, 
no mesmo momento? 
Sou uma dualidade, Sagrado X Profano, 
Choro X Riso. 
Isso deve ser culpa de Durkheim.

Gosto de tanta coisa, 
gosto do que devia e do que não devia, 
de quem quero, mas será que me quer? 
Dúvidas é tudo que tenho.

Vida que segue, segue sem rumo, 
não sei onde vou parar.... Parar...andar...vagar...ai.

Preciso de respostas, 
mas não sei as perguntas. 
Preciso de ajuda, quem quer ajudar?

Preciso de você, você não precisa de mim...
sempre assim vítima de mim, de nós.

Penso que sou algoz, 
mas não sou...sou presa fácil desse amor.

A dor de perder é tão grande.... e eu perdi.