E quando você evita escrever pra não se tornar tão transparente ao ponto de que todos possam conseguir fazer uma leitura plena sobre você?
É, essa sou eu no momento.
Não reclamo. Aprendi ao longo dos anos que isto é na verdade muito bom.
Aprendi a resguardar sentimentos. Sejam bons ou ruins.
Nem sempre gritar pro mundo ouvir é bom.
Vim num período de um ano gritando pro mundo e percebi o quão ridícula eu estava sendo, pois gritava sentimentos que na verdade era mais objetos de riso, chacota, do que música para os ouvidos de quem você tanto queria que ouvisse.
Aprender é bom. E muitos são os que nos ensinam.
Às vezes o processo de aprendizagem é salgado, doloroso, mas a gente aprende.
Eu pensei que não sairia dessa, mas saí.
É engraçado quando a gente se ilude pensando que tudo pode mudar, que o jogo pode virar, mas lá no fundinho você sabe que não.
Não vai mudar.
E quer saber? Que bom que não virou. Que bom que não mudou.
Que bom, que bom...
Não digo que em alguns momentos eu penso "Ah, bem que podia ter sido diferente, né?" Não, não podia. E isto não é ruim. Isto é a realidade.
No fim das contas o que eu aprendi mesmo foi ser realista. E isso faltava muito em mim. Hoje posso dizer que trabalho com o palpável, o real.
E eu gosto disso.
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