Eu já devo ter falado em algum momento que a palavra do ano era alguma outra palavra, mas agora, chegando ao meio do ano, eu percebo que a palavra do ano em minha vida é Desconstrução.
Posso ter inúmeros defeitos, mas dentre as qualidades está o saber ouvir, escutar opiniões e aproveitar o que posso tirar de proveitoso delas.
Ao longo dos meus 35 anos venho andando por uma linha reta, centrada nas minhas ideias e construções mentais segmentadas em vícios e virtudes puramente definidos pela minha visão de certo e errado ao longo dessa proveitosa vida. Confesso que tenho dificuldade na aceitação de algumas sentenças, comportamentos e esquemas sociais. Estou sendo sincera. Estou me despindo de qualquer bloqueio em assumir pensamentos engessados que eu possa ter. Sim, eu os tenho. Admito.
Porém em 2015 resolvi abrir o leque, refrescar o pensamento. Aceitar que não se está certo 100% do tempo. Mas assumo que tenho e tive ideias que precisam de frescor. Isso me fez um enorme bem, pois me obrigou a sair da zona de conforto. Já falei sobre sair da zona de conforto nesse blog não tem muito tempo, pois então, estou pondo em prática a tentativa.
Aboli a máxima "sou assim e não mudo". Esquece isso, cara. Mudar faz parte. Rever conceitos é natural dos seres mais evoluídos. Tô tentando crescer, tá complicado, mas tô tentando. Nem todo dia dá pra ser leve, não se culpe por ser carrancudo um dia em uma semana em que foi leve por seis dias. Não há problema em ser chato, não há!
Aliás, ser chato é uma das coisas que em 2015 aprendi a ser. Veio junto o aprender a dizer não. O não sei. Não conheço, não quero, não posso, não vou, não sou obrigada. Apenas não.
E eu curti desconstruir.
Vou seguir desconstruindo e construindo um novo ser.
Sendo eu mesma pra que a vida venha valer a pena.
E bora pra desconstrução!!!
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