sábado, 30 de maio de 2015

Urgência.

Às vezes a gente sente uma urgência que parece queimar. Pelo menos eu sinto.
Venho tentando trabalhar no controle dela, mas ainda não consegui.

Sinto que toda vez que a controlo eu sereno. Mas não tem sido fácil. É uma urgência por diferentes motivos. É mais que uma baita sede. Talvez seja o acúmulo da sede, da fome, da vontade de matar tudo ao mesmo tempo agora.

É uma urgência de você.
Aquela vontade de ter e só ter você. Complicado isso de querer alguém pra serenar. Eu tenho buscado aprender a serenar por mim mesma.
A dependência de ter quem controle sua besta interior é perigosa. É preciso aprender a dominar a besta fera que há dentro de si sem ajuda de outro alguém.

Mas buscar ajuda não é feio e nem sinal de inferioridade. Eu tô buscando. E tô curtindo os efeitos. Nada é tão urgente que possa te tirar do prumo.

Nada mesmo.
Nada.

Dormi

Dormi por 12 horas.
Achei cabalística essa pernoite em minha própria cama.
Fazia tempo que não dormia tanto.
Estava precisando. Hoje parece que estou acordada realmente e não zumbizando.
Agora estou aguardando um nova forma de 12 horas.
Fui!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Desconstrução.

Eu já devo ter falado em algum momento que a palavra do ano era alguma outra palavra, mas agora, chegando ao meio do ano, eu percebo que a palavra do ano em minha vida é Desconstrução.
Posso ter inúmeros defeitos, mas dentre as qualidades está o saber ouvir, escutar opiniões e aproveitar o que posso tirar de proveitoso delas.

Ao longo dos meus 35 anos venho andando por uma linha reta, centrada nas minhas ideias e construções mentais segmentadas em vícios e virtudes puramente definidos pela minha visão de certo e errado ao longo dessa proveitosa vida. Confesso que tenho dificuldade na aceitação de algumas sentenças, comportamentos e esquemas sociais. Estou sendo sincera. Estou me despindo de qualquer bloqueio em assumir pensamentos engessados que eu possa ter. Sim, eu os tenho. Admito.

Porém em 2015 resolvi abrir o leque, refrescar o pensamento. Aceitar que não se está certo 100% do tempo. Mas assumo que tenho e tive ideias que precisam de frescor. Isso me fez um enorme bem, pois me obrigou a sair da zona de conforto. Já falei sobre  sair da zona de conforto nesse blog não tem muito tempo, pois então, estou pondo em prática a tentativa.

Aboli a máxima "sou assim e não mudo". Esquece isso, cara. Mudar faz parte. Rever conceitos é natural dos seres mais evoluídos. Tô tentando crescer, tá complicado, mas tô tentando. Nem todo dia dá pra ser leve, não se culpe por ser carrancudo um dia em uma semana em que foi leve por seis dias. Não há problema em ser chato, não há!

Aliás, ser chato é uma das coisas que em 2015 aprendi a ser. Veio junto o aprender a dizer não. O não sei. Não conheço, não quero, não posso, não vou, não sou obrigada. Apenas não.

E eu curti desconstruir.
Vou seguir desconstruindo e construindo um novo ser.
Sendo eu mesma pra que a vida venha valer a pena.

E bora pra desconstrução!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cilada.

"Não era amor, não era.
Não era amor, era cilada!"

Então...
Nunca imaginei, mas me chamaram de cilada.
Depois desse dia parei pra pensar e vivo a me perguntar "seria eu uma cilada?"

Ampliei esse pensamento e mergulhei no questionamento.
Será que as ciladas realmente existem ou apenas nos jogamos nessa maravilhosa zona de conforto de que "ah, não deu certo, não foi bom, era cilada"?

Rapaz, eu travei aí.
Ao mesmo tempo que nunca tinha me visto como cilada eu nunca penso nas pessoas como cilada.
De modo que eu fico mesmo a me perguntar: será que ciladas existem?
Caramba, não sei, não sei mesmo, quisera eu saber.
Mas ao mesmo tempo me pergunto "saber pra que?"

Te pergunto: era cilada?
Tu curtiu enquanto não era cilada?
Será que tu também não é uma cilada?

Então, ciladas somos nós!
Depois que acaba todo mundo é cilada!
Eu prefiro ficar com a minha visão de que todo mundo era amor.
Todos os meus casos foram amor.

Cilada sou eu que me apaixono a cada esquina e pior, deixo o objeto da paixão saber que estou apaixonada! Aí amigo, já era, viro cilada mesmo. Porque eu não nego, eu grudo, fico chata, fico com ciúme, só quero dormir de conchinha, não deixo levantar da cama, tá rolando na cama porque? Não desfaça a conchinha, tá respirando? Tá com fome? Tá com frio? Quer deitar? Quer levantar? Quer beber? Quer dormir? Quer tomar banho? Quer namorar comigo?.... caralho, fudeu mesmo!

Depois desse último paragrafo eu assumo: sou cilada sim.
Deve ser foda aguentar essas coisas. Uma prisão sem muros.
Dei gostosas risadas escrevendo este pequeno texto. Foi bom, me trouxe alívio admitir que sou cilada.

Continuo achando que todas vocês, ex e futuras, são amor. São sim. Se fico pensando em vocês como cilada não me envolvo com mais ninguém. Vocês são amor!!!

Mas não tenho medo em avisar que sou cilada. Sou muito cilada.
Por isso apenas digo: foge, Bino!

Mas se não quiser fugir venha com a certeza de que serei a melhor cilada que você possa cair, mas venha sabendo pra depois não ficar dizendo por aí o quão cilada sou eu e que se arrependeu.

E desculpa a você que descobriu que não era amor...
E eu quero cada vez menos amor e mais ciladas!

Ah, e pra você que achou que eu fui cilada, saiba que pra mim você foi amor...

Mente sã. Corpo hã?

É muito complicado quando a gente não consegue sincronizar mente e corpo.
Já faz um tempo que meu corpo não responde corretamente, ou pelo menos na velocidade que a mente deseja, aos comandos dados a ele.

O mais complicado disso tudo é que você começa a buscar respostas pra falar de sintonia. O que gera uma falta de sincronia ainda maior. É a famosa parada cíclica.

Poderia imprimir a culpa ao cansaço, mas não é isso. Penso que já nasci cansada e isso nunca foi motivo pra mudanças mentais e muito menos pra sintomas corpóreos de exaustão. Se bem que o fator idade deveria ser incluído no estudo de caso, mas isso a gente abafa e finge que não faz diferença.

A verdade é que o mundo está cada vez mais veloz. A gente faz um esforço enorme pra seguir o ritmo da roda viva e isso tem consequência. O looping diário é violento. São tantas coisas a pensar, a fazer, a conjecturar, a contextualizar que a máquina uma hora ou outra falha. No mínimo pede calma. Mas nem sempre a mente quer o descanso. Às vezes a mente não para. Nem quando dormimos. A minha fica num ritmo que desconheço o que é parar.

Às vezes já acordo cansada de tanto que pensei dormindo. Sim, pensei dormindo. Ultimamente nem sonho, apenas penso dormindo. E penso, penso, penso...

Eu não paro.
Eu não penso em parar.
Eu não paro pra pensar.
Eu não quero parar de pensar...

Segue o ciclo.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Bipolar? Imagina!

A bipolaridade do ser humano é de assustar.
Não me coloco fora do grupo bipolar.
Na verdade tô me assustando por minha causa mesmo.

Num dia triste, no outro alegre e vambora nessa porra!
Num dia te amo, no outro te odeio, vá a merda!
Num dia ai que preguiça, no outro hoje eu tô mil graus!

Nada mais me surpreende, nada mais me assusta.
Nada mais.
Nada.

Tudo me surpreende, tudo me assusta.
Tudo mais.
Tudo.

Tudo ou nada.
Seja qual for a máxima do dia.

[Acho que já escrevi algo parecido com isso. Não vou conferir o auto kibe.]

domingo, 24 de maio de 2015

Eu não sei parar...

Uma sequência de erros.
Não sei, mas não consigo parar. A gente sabe que vai dar merda, mas insiste.
O pior sentimento é o ciúme. A desgraceira que ele causa geralmente não tem conserto.

Eu fico cega. O pior é cegar por quem não é "seu". Cegar sem sentido algum. Ter sentimento de posse sobre quem não te pertence e talvez nunca pertencerá. O coração é bem trouxa. E mais trouxa é quem segue o coração trouxa. Eu sou assim, sempre fui assim, talvez morra assim e consequentemente vou sofrer muito por ser assim.

Eu fiz as besteiras até onde as besteiras puderam ser feitas. Infelizmente eu não sei parar. Ele, o ciúme, não me deixa parar. E talvez eu não quisesse parar. E por não querer parar eu vou pagar.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A culpa é de quem?

Às vezes a gente busca umas desculpas bem vagabundas pra não assumir culpas ou derrotas, não é mesmo? Acredito que seja natural do ser humano. Espero que sim, pois faço algumas vezes.

Certa vez um amigo chegou e falou, nem sei se era brincando ou sério, mas tinha que meter a desculpa, "você não vai casar não?" rapaz eu poderia dar um fora nele, poderia ter respondido simplesmente não ou até mesmo fingir que não ouvi, mas quem consegue? Ah, você consegue? Mas eu não! Desandei a falar coisas desconexas que chegaram na seguinte máxima "... Dentre estes fatores todos que te falei porque não vou casar o mais forte é que em 1995 eu tava em casa assistindo Xuxa e minha irmã tu acredita que ela varreu meu pé?" Enfim...

Essas coisas só reforçam a minha ideia de que assumir pra si mesmo que tem interferência em um resultado às vezes é puxado. O exemplo talvez não seja o mais adequado, mas eu só queria contar a história da varredura do pé mesmo, mas o fato de não assumir culpas é sim um bom motivo pra perder um tempo refletindo sobre a vida, escolhas, processos de decisão e etc.

Nem sempre delegar culpa a um outro alguém te exime de escolhas erradas. Só aumenta a angústia, pois aumenta a equação escolha errada + desculpa errada. A vida é muito mais que isso, lindeza.

Se bem que hoje eu tô chegando atrasada porque o ônibus demorou e também tinha protesto de caminhoneiros.... Ok, eu atrasei mesmo porque fiquei apertando soneca até 7:00 da manhã e essa hora eu já deveria estar embarcando no segundo bus.

Assumo a culpa e fim de história.

PS.: adoro usar essa lindeza porque o Birl usa.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O ariano.

Há quem diga que ele é brabo. Sinceramente eu não sei quem começou com esta lenda, pois não conheço nenhum ariano brabo.

O certo é que somos sim bobos. Somos extremados. É tudo over. Muito amor, muito choro, muito ciúme, tudo muito, muito pouco pra se perder.

Estamos além do viver de amor profundo. É um poço profundo.

Ariano tem sempre opções a se escolher, mas sempre vai escolher a pior delas. Faz parte da sua natureza. Depois chora, reclama, grita, lamenta e se prepara pra novas escolhas, pois elas não param. É isso.

Nunca liguei pra essa coisa de signo, mas ultimamente tenho topado com pessoas que curtem e tenho me ligado um pouco nas características. Eu gosto do que dizem ser características dos arianos. Eu gosto de ser do signo de áries.

Mas não sei, amores, não sei se levo à sério. Mas como tudo nessa vida apenas levo, vou levando.

Resta saber apenas se meu signo combina com o seu. Espero que sim, ah se espero...

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Hoje

Danielle resumidamente hoje está:

Destruída;
jogada;
cansada;
esgotada;
acabada;
exausta;
pisada;
desnorteada;
sequelada;
perdida;
esbaforida;
desmilinguida;
lacrada;
sambada;
derrubada;
e com sono.

Porém, Danielle está com o trabalho em dia.

Fim.

[enchi linguiça apenas para manutenção do ritmo de escrever todos os dias dessa semana]





Tks, girl!

A gente briga demais.
Na verdade a gente ama brigar.
Faz um ano isso. Parece mais até.
Um ano conturbado, atabalhoado, cheio de pegadinhas, mas nele você veio.

Queria poder fingir que não me importo tanto, mas me importo e não sei fingir.
Queria que você fingisse às vezes, mas você não sabe fingir.
É, combinamos.

Eu te perturbo, você não some.
Eu te perturbo, você aguenta e ri.
Eu te perturbo.

Eu só queria dizer obrigada por aparecer do nada e fazer morada.
Em todas as redes, em todos os números, em todos os lugares.

É bom estar com você, sorrir com você, brigar com você, fazer as pazes e já pensar na próxima briga.

É bom ter você em minha vida.
Sim, é bom.
E o mundo é realmente bom!

[Não preciso dizer seu nome, mas você sabe que é pra você]

terça-feira, 19 de maio de 2015

Importa?

Eu nem sei o que é.
Talvez cansaço.
Talvez frescura.
Talvez melindre.
Talvez.

Eu nem me importo em saber.

Mentira.
Eu me importo sim.

Importância é o que se dá demais.
Talvez seja isso, o excesso.
Excesso de zelo.
Excesso de apego.
Excesso de carência.
Excesso de decência.

Excesso.

É curioso o trato que se dá ao que não tem importância.
O que importa.
A quem importa.
Quem se importa.
Importa?

Nem sempre.
Mas se dá importância.
A importância que damos a nós mesmos
A cobrança.

Siga adiante, siga, vire, rume, adiante-se.
Pra frente
Pro lado
Pra qualquer lugar.
Parado que não dá pra ficar.

Se bem que ficar parado nem é má ideia.
Parar
Contemplar
Respirar

Se isolar
Encenar
Variar e,

Enfim, descansar.

[Esse foi um clássico escrever pra não enlouquecer. A cabeça tava cheia. A cabeça pediu limpeza]







segunda-feira, 18 de maio de 2015

Frases feitas?

A teoria de que tudo é possível às vezes soa menos verossímil do que aquela em que dizemos nada é impossível.
O que é uma besteira, pois claramente vemos que é a mesma merda. Isso mesmo, a mesma merda. Apenas um joguinho de palavra, frases feitas, mas que, não julgo quem utilize, até funciona no primeiro instante.

Na realidade esse jogo de palavras é até interessante, poderia dizer genial, mas pra que exagerar, né? Tudo bem que hoje em dia tudo é tão superlativo que não exagerar soa até fake. Ok, menos.

Isto me lembra que tem aquela do menos é mais, que na verdade não é mais porcaria nenhuma, mas a gente gosta de falar, né? É legal seguir o fluxo, o padrão, os esquemas mentais e sociais. Na dúvida, amigo, siga o fluxo! O máximo que pode acontecer é você NÃO se ferrar sozinho, não é mesmo?

Aliás, a vergonha solitária é que é uma merda. A vergonha em conjunto geralmente vira piada na próxima esquina. Sempre vamos nos deparar contando a história e rindo "lembra, fulano, aquele dia que eu, tu, fulano, fulana, fulo 2, nos ferramos naquele lugar que etc e tal" é isso, vergonha em conjunto não é vergonha, mas sim história pra contar.

Isso me faz concluir que a frase antes só do que mal acompanhado tem lá suas limitações metafóricas. É melhor tá mal acompanhado e ter testemunha de merda feita. Ah tá você vai dizer que o sentido da frase não é esse e eu vou te dizer que não te perguntei nada!

Enfim, escrevi sem pensar, escrevi sem esquema. Nesse momento não lembro exatamente o que eu escrevi na primeira linha e não lerei, pois quero terminar assim sem saber o que tô escrevendo. Inclusive escrevendo rapidão, pois quero meter o pé pra casa, não vou revisar, se tiver erro me avisem depois, não vou ligar, não ligo mesmo por que como todos dizem errar é humano.

Ah, as frases feitas, que maravilhas são as frases feitas. A gente que não se dá conta disso.

O problema não é você, sou eu...
Você merece mais...
Você é melhor que isso...

Ah sim, as frases feitas. Amo as frases feitas.

Fui!


sábado, 16 de maio de 2015

Cortina de fumaça.

Confesso que por mais que me esforce eu não consigo ler você.
Não consigo colocar em prática as ferramentas que me deram pra tal tarefa.
Você me confunde, me ilude, me dispersa e quando penso que estou perto longe estou na verdade. Não consigo entender.

Estar perdido em meio as dicas e informações que você me passa parece o mais natural no momento, pois é o que mais acontece. Me jogo, me entrego, me realizo e me arrependo.

Você parece saber que me confundir é fácil, parece não, você sabe, e por isso capricha no modo de confundir. Você me abre as janelas e em seguida fecha as portas e me deixa sem saída, buscando saída, sempre as saídas.

Porque? Por que? Por quê? Why?
Duvido que me responda. Duvido que sacie minha sede, duvido que tenha misericórdia e me dê a plena paz.

Queria estar falando de qualquer mulher, mas não estou. Dessas eu falo depois, mas meu papo hoje foi reto contigo, universo.

Peço por gentileza que conspire mais ao meu favor. Só um pouquinho, bem pouquinho mais, por favor!

Não te culpo por confundir. Se soubesse fazer também faria assim :).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O dom de procrastinar.

A gente já nasce procrastinando.
A gente procrastina desde o primeiro chorinho ao chegar no mundo. Quantos de nós só chorou depois de um incentivo do médico que realizou o parto? Só chorou porque não tinha como deixar pra depois.

Crescemos e nos tornamos proscratinadores profissionais. Adiamos até o inadiável. Inventamos prazos, desculpas, histórias, contos e tais quais.

Adiamos o levantar da cama, adiamos o deitar na cama.
Adiamos o crescer, o amadurecer, a saída da casa da mãe, o casamento, adiamos apenas.

Quem nunca falou "amanhã eu faço", "amanhã eu termino", " depois vejo isso".
É um amanhã que nunca chega. É uma sede que nunca matamos. É um mar em que nunca mergulhamos.

Eu adiei escrever qualquer coisa. Cansei de procrastinar e escrevi qualquer coisa. Escolhi escrever sobre adiar, pois se tem algo que faço melhor é isso.

Sigo adiando, enrolando, me enganando, te enganando... Quem nunca?

Quem nunca...

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Virada

Virada.
Você me virou do avesso.
Virou minha cabeça.
Vir a ver, vir a virar, vira, virá, virar.

Tudo isso porque você me viu.
Eu não sei como virar à direita ou a esquerda. Nem sei se é possível virar depois que alguém te vira a cabeça. Não sei.

Só sei que você me virou, dominou meu ser, meu estar, me tirou do sério, prumo, rumo, caminho, direção, destino.
Virou, entrou, ficou, dominou e fez morada.

Você e só você na curva do meu coração que só quer virar pra onde você estar. Vir a estar, vir a ficar, vir a morar!
Virar.